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Paul Gray: Família é muito mais do que sangue

Há 2 anos perdíamos o número 2. Paul Dedrick Gray ou simplesmente Paul Gray, baixista de uma das maiores bandas de metal da atualidade, o Slipknot, deixava fãs, amigos, família e seus irmãos de grupo. No dia 24 de maio de 2010 os “9” se tornavam… os “9”.

O Slipknot jamais deixará de ter 9 membros. Depois de um retorno, digamos triunfal, aos palcos após a morte de Paul, a banda mostrou que a chama continua acesa e que o baixista (e cérebro) do grupo jamais deixaria de ser lembrado por todos.

Corey Taylor, vocalista do Slipknot, definiu Paul Gray: “Ele tinha o maior coração entre todas as pessoas que já conheci. Ele tinha a maior alma que eu já tive o privilégio de conhecer”. Esse era o baixista do Slipknot.

Paul, assim como quase todo baixista, era silencioso, não aparecia tanto quanto os outros membros da banda, mas era fundamental. É fundamental. Como Shawn Crahan disse, “Paul era a essência do Slipknot”.

A perda de Paul Gray para quem ama essa banda e para quem, também por sua causa, estava começando a tocar baixo na mesma época em que ele se foi aconteceu de forma brusca, aterrorizante, não sabia o que dizer e muito menos o que fazer.

Lembro-me até hoje como foi. Estava no trabalho uma tarde e entrei no Twitter quando uma amiga apenas tuitou “#RIPPaulGray”. Naquele momento não tive reação, apenas não acreditava.

Por um breve momento, sabendo que essa amiga é muito brincalhona, pensei que era uma brincadeira de mau gosto apenas. Não, não era. Antes fosse. Procurei em diversos sites internacionais para saber e finalmente achei a notícia em um deles. E depois no outro e no outro e no outro.

Parei tudo que estava fazendo, não conseguia fazer mais nada, não sabia o que pensar. Mais um dos meus ídolos havia partido. Já fazem 2 anos e lembro-me como se fosse hoje, a dor não diminui, a cada foto, vídeo e música que escutamos do Slipknot, lembramos de Paul Gray.

Músico, pai, marido, filho; Paul Gray nos ensinou que, como diz a letra de Til We Die, família é muito mais do que sangue. E pensando nisso que desejo que você descanse em paz meu irmão. Sentiremos eternamente a sua falta.

(texto retirado do site Leitura Musical)











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and i told you to be fine
Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto um pouco, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre.E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho.
Tati bernardi.

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